| Adeus Amigo, até um dia! |
22-03-2010 |

Manuel Alves Araújo
Hoje, dia em que foste a sepultar, estiveste presente nas lágrimas das centenas, senão milhares de Amigos que te acompanharam à tua última morada.
Quando descias à terra, os pombos largados pela Colectividade no teu funeral, sobrevoaram o teu corpo levando nas asas um bocado de ti para cada pombal onde permanecerás para todo sempre.
Agora ficarás presente na nossa memória e em nossos corações até que chegue o dia em que nos voltemos a encontrar.
Meu amigo morreu. Meu amigo partiu. Na madrugada fria fria meu amigo (dizem) agora habita a verde catedral dum bosque. Meu amigo morreu. Meu amigo não volta.
Meu amigo dizia (estou a ouvi-lo) vou procurar a minha estrela. Foi e não voltou. Meu amigo (dizem) tem agora o tamanho duma estrela.
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De Manuel Alegre,in A PRAÇA DA CANÇÃO
Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples facto de terem cruzado o nosso caminho.
Estejas onde estiveres amigo, estarás sempre presente junto dos teus amigos, na varanda do teu pombal e junto dos pombos que tanto adoravas.
Até sempre amigo!

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