José Carlos Almeida Rosa

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DESPORTO COLUMBÓFILO NA CHAMUSCA 16-09-2010

 COLUMBÓFILIA NA CHAMUSCA

ENTREGA DE PRÉMIOS CAMPANHA 2010

Fernando Garrido vencedor em quase toda a linha

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O Clube Columbófilo Chamusquense reuniu cerca de meia centena de associados e convidados, num lanche de convívio, que serviu também para proceder à entrega de prémios aos associados que tiveram pombos a participar nos respectivos campeonatos.

No final foram entregues, diplomas e troféus aos concorrentes participantes. Fernando Garrido ao vencer os campeonatos, geral, velocidade, meio fundo e designados e as anilhas de ouro de melhor voador da campanha, melhor voador de meio fundo, e anilhas de prata no melhor voador da campanha, da velocidade e meio fundo, teve uma época de ouro.

Uma vitória que só não foi em toda a linha porque Rui Tanoeiro, Joaquim António Lucas, Paulo Borralho e sociedade Quinta da Fonte se intrometeram nas conquistas dos troféus.

Fernando Garrido garante que só se consegue chegar a estes resultados trabalhando com muita dedicação. “Temos que estar com os pombos todos os dias do ano. Levanto-me cedo para os tratar e ao final da tarde quando chego a casa é a primeira coisa que vou fazer é tratar novamente da minha colónia”, disse.

Esta vitória é um investimento com seis anos. “Isto tem a ver com as amizades que criamos ao praticar a columbofilia. Tive a sorte de ter conhecido um amigo de Albergaria, que me facilitou a escolha de alguns pombos. Muitos deles não faziam parte da equipa principal dele. Eu seleccionei e cultivei-os ao meu modo de estar na modalidade, e chegou a altura de tirar dividendos dessa aposta, com todas estas vitórias”, referiu Fernando Garrido.

Mas o investimento maior é de tempo e trabalho. “Para termos bons pombos temos que investir algum dinheiro, temos que procurar os melhores. Contudo penso que o maior investimento tem que ser em tempo e trabalho e moldá-los ao nosso tempo e àquilo que nós queremos”.

A maioria dos pombos que tem no seu pombal são de várias origens. “Tenho feito uma selecção, a título de curiosidade posso dizer que trouxe para a Chamusca dezenas de pombos bons, e este ano desfiz-me de 30 reprodutores, que comprei e ofereci aos columbófilos da Chamusca. Não me desfiz deles por não serem bons, foi apenas por não se enquadrarem naquilo que eu quero e na minha maneira de os tratar. Embora adquira alguns pombos, não penso que a columbofilia seja um desporto caro”, garante, feliz com a grande quantidade de troféus ganhos nesta campanha. 

Menos prémios para diminuir o preço dos pombos enviados a concurso

Os prémios este ano foram menores, a distribuição de regalias foi mais ao nível de diplomas. Fernando Garrido que é também o presidente da direcção do Grupo Columbófilo Chamusquense disse que “a diminuição dos prémios e a sua substituição por diplomas foi uma decisão da assembleia-geral da colectividade. A crise também afecta os columbófilos, e assim demos o bónus de diminuir o preço a pagar pelo envio de cada pombo. Foi uma medida certa que os sócios tomaram”.

 

Segundo ano de mandato dos actuais dirigentes vai ser de combate à estagnação!!!
Reorganizar e captar novos columbófilos é a aposta da direcção do Clube da Chamusca.

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O Clube Columbófilo da Chamusca procedeu, no dia 26 de Julho, à distribuição de prémios referentes à campanha de 2009. Ao mesmo tempo, o presidente da direcção, Fernando Garrido mostrou-se preocupado com a estagnação da columbofilia no concelho da Chamusca.

A direcção do Clube Columbófilo da Chamusca, presidida por Fernando Garrido foi eleita há menos de um ano, e a prioridade foi de reorganizar a colectividade. Sofreu pelo meio um percalço grave, o assalto à sede e o roubo dos computadores onde estava inserido o programa geral de competição. “Esse momento foi ultrapassado e a reorganização está praticamente feita”, referiu o presidente no dia da entrega de prémios.

“Agora no segundo ano de mandato vamos partir para o desenvolvimento de um projecto que retire o Clube Columbófilo da Chamusca da estagnação em que se encontra há vários anos. Vamos tentar captar mais jovens para a competição com pombos. Não vai ser uma tarefa fácil. É preciso mudar mentalidades. É preciso combater a frase habitual de que para o ano já não há pombos”, referiu Fernando Garrido.

Ciente de que o projecto que a sua direcção quer colocar em prática é muito ambicioso e difícil de levar por diante, Fernando Garrido, aposta por isso nas pessoas que o rodeiam e nos columbófilos mais entusiastas. “Queremos aproveitar os columbófilos mais antigos, dignificando o seu passado, e assim projectar o futuro com o aumento de columbófilos no concelho da Chamusca”.

“Temos consciência de que não vamos ter uma tarefa fácil pela frente, a crise não passa ao lado da columbofilia. Mas acreditamos que as coisas não estão relacionadas com o dinheiro, têm mais a ver com o amor e a paixão pelo animal. Pena é por isso que os novos que têm aparecido se cansem depressa porque não adquiriram essa paixão. É nesse sentido que vamos lutar e tentar chamar os columbófilos mais antigos para nos ajudarem nessa tarefa”, disse Fernando Garrido.

Não é barato ser columbófilo. “Se as mulheres soubessem o que eles gastam com os pombos, punham-lhes as malas à porta, diz com graça Fernando Garrido. Mas acaba por dizer que não é mais caro do que ser pescador de competição ou caçador. “O maior senão é que para se ser columbófilo é preciso estar todos os dias do ano com eles. Mas isso pode ser uma arma importante para levar as esposas a ajudar. Assim sabem que têm o marido em casa”.

Actualmente na Chamusca há bons columbófilos. “Houve sempre bons columbófilos na Chamusca, temos aqui os antigos campeões, o Vítor Salgado, o mestre Augusto Lourenço, o António Barreto, o José Carlos Malaquias. E outros que já nos deixaram, como a Francisco Possidónio, o António Ai ou o João José “Palmeta”. Agora temos o exemplo de Rui Tanoeiro, que é sem dúvida o melhor do momento, sei que se sacrifica muito pelos pombos, está acima da columbófila da Chamusca, quer pelos pombos que sabe escolher e adquirir, quer pela dedicação que sei ter pela columbofilia”, diz o dirigente.

“Orgulhamo-nos de ter no seio dos nossos associados, campeões do mundo, campeões ibéricos, e campeões nacionais e distritais. “Neste momento só o Rui Tanoeiro e também o José Vicente, estão emergir, precisamos de mais gente a competir a um nível mais elevado, para dar destaque a esses campeões”, referiu Fernando Garrido.

Acabar com as divisões que ainda existem no seio dos 23 associados que participam na competição é meio caminho andado para o desenvolvimento da columbofilia na Chamusca. “Essa tem sido a nossa maior preocupação. Depois queremos projectar e fazer coisas que entusiasmem mais as pessoas, como por exemplo levar por diante a ideia de criar um derby de columbofilia, que é uma coisa extraordinária, mas é preciso primeiro arranjar apoios”.

Um derby de columbofilia movimenta um grande número de pessoas, portuguesas e estrangeiros. “Não é fácil de organizar, são precisos pelo menos dois anos para que tudo esteja apto a fazer o seu lançamento. No próximo projecto que vamos entregar na Câmara Municipal da Chamusca, no âmbito do programa de apoios às colectividades vamos incluir essa ideia e esperamos que nos apoiem nessa área”, referiu Fernando Garrido.

Segundo o presidente, nesta última campanha já se notou um maior entusiasmo por parte de alguns columbófilos que estavam algo acomodados.

Fernando Garrido está optimista e destaca a presença dos sócios mais antigos na festa da entrega de prémios. “O Vítor Salgado Botas, o António Barreto e o Mestre Augusto Lourenço, já não entram em competição, mas a sua simples presença neste momento de festa é muito importante, porque mostra aos mais novos a grande paixão que têm pelos pombos, e podem ser uma alavanca para os trazer até nós.

 

Rui Tanoeiro vencedor em quase toda a linha

O Clube Columbófilo Chamusquense reuniu cerca de uma centena de associados, familiares e convidados, num lanche de convívio, que serviu também para proceder à entrega de prémios aos associados que tiveram pombos a participar nos respectivos campeonatos.

No final foram entregues, prémios monetários e troféus aos 23 concorrentes participantes. Rui Tanoeiro ao vencer os campeonatos, geral, velocidade, meio fundo e designados e as anilhas de ouro de melhor voador da campanha, melhor voador de meio fundo, e anilhas de prata no melhor voador da campanha, da velocidade e meio fundo, teve uma época de ouro.

Uma vitória que só não foi em toda a linha porque José Vicente Lucas, Diamantino Valente e Joaquim António Lucas se intrometeram nas conquistas dos troféus. José Vicente Lucas venceu o campeonato de fundo e teve o melhor voador de velocidade. Joaquim António Lucas conquistou as anilhas de ouro e prata atribuídas aos melhores voadores de fundo. Diamantino Valente venceu o campeonato de borrachos e conquistou a anilha de ouro para o melhor borracho.

Rui Tanoeiro garante que só se consegue chegar a estes resultados trabalhando com muita dedicação. “Temos que estar com os pombos todos os dias do ano. No meu pombal quando eu não estou são os meus filhos que se encarregam do seu tratamento”, disse.

A vocação de Rui Tanoeiro para os pombos existe há muitos anos. “O meu pai tinha uma sociedade de pombos correio com o Tarquínio Castelão, e eu era um frequentador assíduo nas alturas de tratamento. Foi assim que ganhei o chamado bichinho, agora com a ajuda do meu pai e com algum investimento, consegui formar uma colónia com muito valor”.

Mas o investimento maior é de tempo e trabalho. “Para termos bons pombos temos que investir algum dinheiro, temos que procurar os melhores. Contudo penso que o maior investimento tem que ser em tempo e trabalho”.

A maioria dos pombos que tem no seu pombal são originários da sociedade Castelão e Marques. “Tinham bons pombos, que agora com a ajuda do meu pai temos conseguido rentabilizar. Embora adquira alguns pombos, não penso que a columbofilia seja um desporto caro”, garante, feliz com a grande quantidade de troféus ganhos nesta campanha.

Rui Tanoeiro tem tido desde o ano 2000 uma grande hegemonia na conquista de troféus na Chamusca. Nunca conseguiu vencer todos os campeonatos, mas todos os anos é surpreendido por algum pombo. “Este ano foram duas pombas que me surpreenderam pela positiva, foram elas que me ajudaram a vencer a maioria destes troféus”.

“Enquanto puder vou continuar a ter e a tratar dos pombos com grande dedicação. Conto com a ajuda da minha esposa, também uma grande admiradora da modalidade. Quando não puder de todo, já tenho seguidores que não vão deixar morrer esta modalidade lá em casa”. Os filhos Luís e João já são grandes adeptos e de certeza que vão dar seguimento ao trabalho do avô e do pai.

 

Único fundador do Clube Columbófilo ainda vivo
Homenagem a mestre Augusto Ferreira Lourenço

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Tem quase 89 anos, mas ainda há bem pouco tempo, era normal vê-lo passar, de casa para a sua oficina, de bicicleta. Mestre Augusto Ferreira Lourenço é um ícone das bicicletas na Chamusca, mas é também o único fundador do Clube Columbófilo da Chamusca ainda vivo. Por isso foi homenageado, no domingo, dia 26 de Julho, durante a entrega de prémios da Campanha Desportiva de 2009.

Augusto Ferreira Lourenço foi homenageado pela Federação Portuguesa de Columbofilia, que lhe outorgou a medalha de mérito, o mais alto galardão atribuído pela Federação.

Quando no início de 1950, um grupo de amigos dos pombos correio, resolveu meter mãos à obra e criar uma associação na Chamusca, Augusto Lourenço perfilou-se logo na primeira linha, e foi por isso um dos quatro ou cinco chamusquenses que assinou no dia 10 de Maio desse ano, a escritura de fundação da colectividade.

Foi depois um dos mais entusiastas da columbofilia na Chamusca. Como competidor ou dirigente, esteve presente nos melhores e piores momentos da colectividade. “Mas não estava nada à espera desta homenagem”, garantiu momentos depois de receber a medalha.

A columbofilia e o Sporting foram durante muitos anos tema central das conversas na sua acanhada oficina da rua Câmara Pestana, bem no centro da Chamusca. “Tive sempre uma grande paixão pelos pombos. Não sei se esta homenagem é merecida, isso, só os columbófilos podem dizer”, disse com a humildade que o caracteriza.

Não se recorda bem quantos anos esteve em competição. “Não me recordo bem, mas foram muitas dezenas de anos de dedicação. Ainda hoje tenho o pombal com mais de cinquenta pombos, e todos os dias os vou visitar e tratar deles”, garantiu.

A PRIMEIRA ACTA DA COMISSÃO ADMINISTRATIVA

 

Acta da sessão ordinária do Clube Columbófilo de Chamusca de 10 de Maio de 1950.

 

Aos dez dias do mês de Maio de mil novecentos e cinquenta, nesta vila de Chamusca, e na residência do Sr. António dos Santos Ai, se reuniram pelas vinte e duas horas os seguintes elementos: António dos Santos Ai, José Alves Araújo; Augusto Ferreira Lourenço; Alberto dos Santos Andrade; Carlos da Conceição Santos e João José da Conceição Santos, tendo faltado os senhores: Francisco da Conceição Guilherme Possidónio; Samuel Nunes Abreu; António Lourenço Arrenega; António Moiteiro Amaro e Rodrigo Pedro Salter, afim de ser constituída a Comissão Administrativa, de armonia com as instruções dadas pela Federação Portuguesa de Columbofilia, a qual ficou formada pelos cinco indivíduos aqui descriminados em primeiro lugar.

 

Seguidamente foram aprovados a sócios os Srs. Manuel Jorge Gomes; Henrique Cruz; Fernando Bernardo Marques; João Pestana Sousa Pereira; Jaime de Oliveira e Joaquim Caracol Cardador.

 

Depois foi ainda resolvido dar seguimento à troca de correspondência em curso com a Federação Portuguesa de Columbofilia e proceder-se à compra de vários livros tais como: um livro para actas, receita e despeza e mais três pequenos auxiliares, assim como quatro arquivos de correspondência.

 

Finalmente por proposta do Sr. José Alves Araújo ficou assente que se fizesse, embora resumidamente a narração dos factos ocorridos e as dificuldades encontradas até êste momento.

 

Passamos a descrever: Já há anos que o Sr. António dos Santos Ai possuía alguns casais de pombos os quais largava de quando em quando na esperança de que outros adeptos surgissem afim de se constituir um Clube Columbófilo Local pelo que até por duas vezes se dirigira à Federação nesse sentido solicitando a indispensável autorização, verificando quanto era incompreendido, ao notar que os seus esforços eram dispendidos em vão.

 

Não obstante nunca desanimar, até que mais tarde um novo cheio de boa vontade, de nome João José da Conceição Santos aparece, e conjuntamente vão fazendo varias soltas e consequentemente se vai notando um interesse sempre mais crescente por este desporto, altura em que se constata com satisfação que o Sr. José Alves Araújo adere à causa em vista (Fundação de um Clube Columbófilo).

 

Depois de várias conversações ficou assente o Sr. José Alves Araújo encarregar-se de novas diligências junto da Federação Portuguesa de Columbofilia e do Clube Columbófilo da Estrêla; quanto ao resultado é o que todos já conhecem e que minuciosamente vamos transcrever em conformidade com os elementos de que dispomos.

 

E a dezasseis de Março é-nos enviado o primeiro ofício da Federação Portuguesa de Columbofilia em que nos comunica que para ser fundada a colectividade se torna necessário fazer-se um requerimento dirigido ao Sr. Ministro da Educação Nacional o qual deve de ser assinado pelo maior numero possível de columbofilos. 

 

Em resposta dada em vinte e cinco de Março agradecemos os esclarecimentos que nos foram dados e remetemos o requerimento a sua Ex.cia o Sr. Ministro da Educação Nacional assinada pelos senhores: António dos Santos Ai; José Alves Araújo; Augusto Ferreira Lourenço, João José da Conceição Santos; Carlos da Conceição Santos; Alberto dos Santos Andrade, Francisco da Conceição Guilherme Possidónio; Manuel Nunes Abreu; António Lourenço Arrenega; António Moiteiro Amaro e Rodrigo Pedro Salter; que, a nosso entender, consideramos como fundadores.

 

A dois de Maio novo oficio se recebe da Federação em que nos dá conhecimento de nos ter sido autorizado provisoriamente a constituirmos o Clube Columbófilo de Chamusca cujo estatutos deverão ser apresentados para regularização definitiva dentro dos moldes que oportunamente nos serão enviados pela Federação assim como teremos de enviar os nomes de cinco componentes da nova Colectividade para se formar uma comissão administrativa dado que ainda não ter-mos numero suficiente para a constituição dos corpos gerentes.

 

Inclusas deverão ser enviadas também as declarações da referida comissão nos termos do decreto-lei 27.003.

 

Por ultimo foi ainda resolvido solicitar à Federação Portuguesa de Columbofilia o envio de quarenta anilhas.

 

E por nada mais haver a tratar se encerrou a presente acta que depois de lida na presença de todos foi aprovada e vai ser devidamente assinada.

 

E eu, Augusto Ferreira Lourenço, fazendo de secretário a subscrevo e assino.

 

António do Santos Ai

José Alves Araújo

Alberto dos Santos Andrade

Carlos da Conceição Santos

Augusto Ferreira Lourenço

 

Corpos Gerentes


Assembleia Geral
Presidente Fernando Martinho Pereira Alves
Vice-Presidente Alcides Menaia Justino
Secretário Joaquim João Lopes Ferreira
Vogal Adriano da Graça Henriques

Direcção
Presidente Fernando Manuel Duarte Garrido
Secretário Jorge Manuel Silva Santos
Tesoureiro Diamantino Valente
1º Vogal Paulo Miguel Dias Borralho
2º Vogal José Manuel Serrano Macedo da Silva

Conselho Técnico
Presidente Manuel Godinho Nunes
Secretário João Agostinho da Silva
Relator José Joaquim Conceição Grazina
Vogal Rui Miguel Cordeiro Santos

Conselho Fiscal
Presidente António Ildefonso Monteiro Barreto
Secretário Carlos Manuel Vicente Mira
Relator José Alberto Nalha Estevão
 
CLUBE COLUMBÓFILO DA CHAMUSCA
 
Finda mais uma Campanha Desportiva 2007, teve lugar no passado dia 22 de Setembro a distribuição de prémios do Clube Columbófilo da Chamusca no decorrer de um jantar convívio servido na sede da colectividade.
 
 Contou com a presença de meia centena de associados, familiares e convidados, entre os quais a presidente da Junta de Freguesia da Chamusca e o vice-presidente da Câmara Municipal.
 
No final, foram entregues pelos autarcas presentes e pelo presidente da Assembleia Geral, prémios no valor de 2500 euros aos 23 concorrentes participantes.