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 Concursos começam na véspera.

Concursos, provas e campanha desportiva 

Informação completa sobre:   Preparação para a próxima prova «----click

A preparação para a próxima prova inicia-se na chegada da prova anterior.

 O que se passa nos concursos?

Os resultados dos concursos são influenciados por diversos factores.

Centramo-nos no que podemos controlar de momento.

 Os concursos começam na véspera, porque?

Começamos pela véspera dos concursos.

Regra geral na véspera dos concursos os pombos são alimentados de forma muito ligeira, não fazem o voo habitual, são colocados em jaulas e “encestados“ nas colectividades.

Todos estes factores provocam stress e nervosismo nos pombos, assim como aumento do ritmo respiratório cardíaco.

O aumento do ritmo respiratório e cardíaco provoca maior consumo de energia, desidratação, cansaço dos principais órgãos, intoxicação e alteração da flora intestinal

O que podemos fazer, cuidados e recomendações para minimizar os factores prejudiciais do dia de encestamento.

1º Minimizar o stress ambiental e presencial.

A rotina do voo diário não se efectua, os pombos ficam ansiosos e sempre com esse sentido, por isso devemos evitar a presença física e sonora no pombal e na sua insolvência (imediações).

Diminuir a luminosidade no pombal sem impedir a sua ventilação normal.

2º Alimentação

A alimentação regra geral é ligeira, mas se os pombos apresentam bastante apetite deve ser aumentada (frio e abaixamento das temperaturas).

As sementes utilizadas devem possuir bom valor alimentar e digestibilidade, pobres em fibra e proteína.

3º Facilitar a digestão e promover a hidratação.

Na véspera do encestamento, lavam-se e colocam-se em água com HexaPlus as sementes que serão administradas no dia do encestamento.

As sementes demolhadas absorvem água, amolecem, o que facilita a trituração e a digestão.

Quando as sementes absorvem água, activam-se as enzimas responsáveis pela germinação das sementes.

Os hidratos de carbono mais complexos, como os amidos transformam-se em maltose

(malte, maltagem).

Por este processo (pré- germinação) facilita-se a digestão mecânica e enzimática e reduz-se o consumo energético e consumo de água relacionados com a digestão.

A pré-germinação/hidratação das sementes aumenta indirectamente o consumo de água, desta forma promovemos a “hidratação”.

Utilizar um bom probiótico é fundamental na alimentação para manter a flora intestinal e melhorar a digestão. (ProbioticTotalB).

4º Minimizar a desidratação no dia de encestamento.

No dia de encestamento administra-se na água de bebida e /ou na alimentação electrólitos (Formix ) para ajudar a combater a desidratação.

Todos os factores que aumentem a temperatura corporal, ritmo respiratório  e cardíaco devem ser acautelados e evitados.

O dia de encestamento deve ser para os pombos e para o Columbófilo um dia sem stress e nervosismo.

Apanhe os pombos nas “calmas” e coloque-os em jaulas espaçosas, mas com poucos pombos.

Primeiro os machos que são sempre mais excitáveis e retire-os para um local adequado.(ver nota sobre local adequado)

Os pombos que são muito ”temperamentais” e stressam os restantes pombos, devem ser enjaulados separadamente.

O enjaulamento no pombal deve ser feito pelo tratador habitual, sem a presença de estranhos.

“Os ajudantes ficam na parte de fora e calados”

As vias respiratórias superiores obstruídas e irritadas dificultam a admissão de ar, obrigando os pulmões, sacos aéreos e músculos intercostais a um maior esforço e ritmo, aumentando consideravelmente o número de movimentos por minutos.

Recomenda-se a desobstrução das vias respiratórias superiores na véspera do encestamento com OxygenPlus.

Intoxicações e flora intestinal 

 Fisiologia digestiva  

A  fisiologia digestiva  do pombo tem duas particularidades muito importantes:

- A produção enzimática digestiva é influenciada pelo alimento ingerido, ou seja, a variação da alimentação estimula a produção das respectivas enzimas.

A produção enzimática anda sempre atrasada em relação as suas necessidades.

Por isso as variações alimentares devem ser graduais, principalmente ao nível da ingestão de gorduras.

- O pombo não possui vesícula biliar, ou seja, não tem órgão de armazenamento de sais biliares, efectuando-se descargas constantes no intestino.

Os sais biliares são formados a partir de substâncias com toxicidade que o fígado retira do sangue e lança no intestino.

A flora intestinal, conjunto de microrganismos que vivem no intestino tem tempo de vida curto,estão em constante renovação e por vezes as estirpes alteram-se.

Manter a flora intestinal saprófita 

Para manter a flora intestinal saprófita (benéfica) são necessárias condições de meio apropriadas (probiotico, substrato,pH, ausência de inibidores e patogénicos).

O aumento do nível alimentar na véspera do encestamento induz a uma maior produção de sais biliares e sobrecarga hepática.

O fígado também sofre maior sobrecarga originado pelo aumento de substâncias a desdobrar e a elaborar.

O stress origina distúrbios e produção de substâncias com alguma toxicidade para o organismo.

Verificam-se uma série de alterações a nível intestinal induzidas pelas descargas que recebe, aliado ao volume diminuto de alimentos ingeridos no dia de encestamento, a flora intestinal é afectada.

Razões que justificam o uso de probiótico e desintoxicante hepático (ProbioticTotalB+HepatoxTotal+),

no dia do encestamento, até porque durante a prova o fígado tem de estar perfeitamente desimpedido para metabolizar as substâncias de reserva necessárias ao esforço despendido no concurso.

A ausência de substrato e a deposição no intestino de substâncias tóxicas oriundas do fígado propícia o desenvolvimento da flora patogénica.

Melhor mesmo usar um bom probiótico (ProbioticTotalB) para contrariar as alterações a nível da flora intestinal.

A preparação para a próxima prova inicia-se na chegada da prova anterior!...

Será um dos próximos temas.

Nota:

Local adequado

Entende-se como local adequado aquele que reúne as seguintes condições:

- Pouca luz e sem barulhos inquietantes;

- Temperaturas entre 17 e 23 oC;

- Ventiladas, sem correntes de ar;

- Humidade relativa do ar, entre 40 e 65%;

- Isento de cheiros, poeiras, fumos e fungos;

- Sem a presença de outros seres vivos.


Jaulas de transporte dos pombos

As jaulas de transporte dos pombos devem estar limpas e higienizadas mas sem libertar cheiros

ou resíduos dos higienizantes ou desinfectantes, capazes de irritar as vias respiratórias e os olhos dos pombos.


Trabalho realizado por:

Carlos Teixeira


 

 

 

 

 

SISTEMA DIGESTIVO E HEPATICO DAS AVES (parte II)

Alimentação mineral, administração, substituição.

Quando fazer?

Como proceder?

Quais os cuidados?

E quando se fazem tratamentos, e na campanha desportiva, retira-se ou não?

Quando faço tratamentos, véspera e dias de enjaulamento e chegada das provas, devo retirar o “grit”, o “pó mineral”, o “tijolo” aos pombos?

A satisfação das necessidades de “elementos grosseiros e minerais” relacionados com a digestão deve ser uma constante, não deve estar sujeita a variações significativas.

Se estes elementos forem substituídos ou acrescentados regularmente, não deixando faltar a variedade de todos os elementos, as aves encontram-se satisfeitas, a ingestão é mínima, não interferindo com os tratamentos e resultados das provas e recuperação pós provas.

A ingestão desequilibrada / exagerada destes elementos ocorre em estados de carência muitas vezes provocados por supressão de fornecimento temporária, debilidade física e orgânica, assim como para colmatar exageros de outras substâncias ingeridas que intoxicam o organismo.

As intoxicações do organismo podem ser minimizadas com o uso regular do HepatoxTotal+

As aves tentam satisfazer as suas necessidades através dos elementos que encontram à sua disposição, exagerando muitas vezes devido ao desequilíbrio em que se encontram, ou porque os elementos disponíveis não são suficientemente concentrados nas substâncias causadores da carência.

A melhor forma de satisfazer e corrigir as necessidades e carências minerais é fazê-lo de forma gradual através de complexos minerais concentrados e equilibrados (Haemo Plus) adicionados na alimentação de base, durante 3 a 4 dias consecutivos, e só então colocar de forma gradual à livre disposição os “elementos grosseiros e minerais”.

A administração de “elementos grosseiros” e outros relacionados com a alimentação mineral requer alguns cuidados, tais como:

- Reposição de forma gradual - após estado de carência a reposição deve ser gradual, evitando-se desta forma exageros e alterações bruscas de pH e concentrações salinas elevadas nocivas para o organismo e flora intestinal;

- Realizar-se no período da manhã, após a refeição. Desta forma evita-se uma ingestão exagerada e a acumulação única de “elementos grosseiros” que bloqueariam a moela, dificultando a digestão e a passagem de outras substancias;

- Disponibilidade de água durante todo o dia, evitando problemas de concentrações salinas elevadas no organismo, principalmente em períodos quentes ou aves susceptíveis a desidratação;

Cuidado muito especial, para situações de desidratação e provas desgastante (1), e mesmo aves que chegam atrasadas, as quais exageraram na ingestão de “elementos minerais”, acabando muitas vezes por morrer devido ao excesso de minerais / concentração salina nos fluidos corporais.

Para precaver estas situações recomenda-se retirar os “elementos grosseiros” e “minerais” do alcance destas aves.

(1) os pombos chegados das provas encontram-se desidratados, ou seja, perderam água dos tecidos, verifica-se um aumento da concentração de sais nos fluidos corporais.

A administração de electrólitos e açucares simples concentrados, logo na chegada das provas é desaconselhada por este motivo; estando indicada para mais tarde.

Aconselhamos a ver o vídeo sobre os minerais na criação e reprodução.

E o resto do “sistema digestivo e “entero-hepatico”?

E a “flora intestinal”? Onde e como atua?
Estes temas serão abordados num próximo trabalho.


 

 

-Esquema de tratamento o que são?

 

- Cuidados com os esquemas de tratamento.

- Etapas do esquema de tratamento?

- Necessidades de ajustamento.

                        Saiba mais em: 

http://www.pigeons.pt/esquema-de-tratamento-velocidade/

 

O que é um esquema?

Um esquema é:

- Forma resumida ou explicativa de informações;

- Sistema de ideias, ou conjunto organizado de conceitos;

- Síntese de algo complexo e elaborado;

- Representação visual estruturada, resumida e simplificada de um conceito ou ideia;

- Linhas orientadoras simplificadas de algo mais complexo.

 Resumindo:

Esquema é algo resumido, organizado, condensado, simplificado mas não simples, suscetível de interpretação e compreensão, servindo como linhas mestras orientadoras para a execução prática de algo; implicando alguém como executante capaz de o decifrar.

O que é um esquema de tratamento?

É a informação sintetizada das linhas orientadoras a seguir de maneio prático visando objectivos produtivos, reprodutivos ou curativos.

Sendo uma forma resumida subentende, que existe alguém capaz da interpretação e execução.

O que deve conter um esquema tratamento?

Um esquema de tratamento deve conter todos os parâmetros quantitativos e qualitativos práticos que interferem com a forma de condução e maneio visando atingir determinados resultados.

O esquema de tratamento sendo algo resumido e rígido a seguir, e que vai ser interpretado e executado muitas vezes por outrem, fica desajustado quando do aparecimento de parâmetros anormais (fatores variáveis), deixando em aberto a necessidade de intervenção rápida para o ajustamento, que pode ser momentâneo, de transição ou temporário.

O executante deve conhecer e saber ler esses parâmetros (Fatores Variáveis).

Deve ser alertado para todos os procedimentos imediatos a efetuar, para minimizar os efeitos da distorção ocorrida.

Fazer a interpretação / leitura da situação e sua transmissão pormenorizada ao agente decisor.

Esta situação implica uma relação de disponibilidade, “proximidade”, confiança, conhecimento, interpretação e transmissão de toda a informação completa e detalhada.

Um esquema de tratamento deve ser:

- Simples;

- Fácil leitura;

- Compreensão;

- Execução.

A universalidade de muitos esquemas de tratamento que visam a simplificação, orientados para rápida conquista de adeptos, não alertando para os Fatores Variáveis e as necessidades de ajustamento, estão condenados ao fracasso.

A menos que por outro modo transmitam a formação e informação técnica necessária ao entendimento; como os artigos técnicos que nós temos disponibilizado aos criadores e praticantes.

Assim como as muitas respostas dadas aos esclarecimentos e dúvidas solicitadas.


Não é “obrigatório” que o executante do esquema de tratamento saiba a ação e funcionalidade do que é administrado.

O executante precisa de cumprir rigorosamente com o esquema de tratamento; estar muito atento e aplicar todos, mas todos os seus sentidos, na leitura do comportamento animal e rapidamente detetar os fatores de variação e as variações.

A estatística, as relações estabelecidas entre diversos fatores, os indicies, os parâmetros produtivos e reprodutivos, a comparação a diferentes níveis com os resultados dos “adversários” dão indicações do que está a ser feito e se é preciso fazer algo.

As ação / intervenção tem de ser pronta e rápida, mas certeira visando a normalidade e recuperação no mais curto espaço de tempo, tão necessário à preparação e fortificação.

Dois tipos de esquemas de tratamento:

- Esquemas “regionais”;

- Esquemas “universais”.

São mais aconselhados os “esquemas regionais”, aproximam-se mais das condições e da prática local.

Mas todos os esquemas tem de ser ajustados às condições de cada um; e mesmo cada columbófilo tem de adaptar o seu esquema em função dos “Fatores Variáveis”.

O tempo de voo, o tipo de alimentação, a quantidade de alimento, os suplementos utilizados, entre outras coisas, devem ser ajustados ao longo da campanha desportiva.

Sempre que me solicitam um Esquema de Tratamento para os pombos, peço muita informação e faço uma serie de perguntas, ficando sempre o compromisso de disponibilidade para qualquer dúvida.

A título de curiosidade, pediram-me para fazer um esquema de tratamento pombos de voo para Taiwan.

Qual o meu espanto quando vejo que só voam com borrachos (pombos com 150 dias de idade), são encestados à Segunda-feira, soltos na Quarta-feira, voltam a ser encestados na Sexta-feira e soltos no Domingo.

O pior é que têm o sistema de eliminatórias, os pombos tem de ir a todas as provas, falhou é eliminado.

Estava a esquecer-me que as provas são sobre o mar e soltam quase sempre.

Quais os parâmetros do esquema de tratamento dos pombos?

- Dias;

- Manhã;

- Tarde;

- Tipo de alimentação;

- Quantidade de alimento;

- Quantidade de alimento na refeição da manha e da tarde;

- Voo;

- Tempo de voo;

- Tipo de prova;

- Tipo de pombos (adulto, novos, machos, fêmeas);

- Sistema de voo;

- Chegada de Prova;

- Próxima prova;

Distorções ou fatores variáveis que levam  

ajustamentos nos sistemas / esquemas de tratamento:

-- Dificuldade ou facilidade da prova efetuada;

- Dias entre a chegada e a partida para a próxima prova;

- Variações / amplitudes climatéricas significativas;

- Impedimento da realização de algum ato na condução / maneio;

- Condição corporal anormal para o que seria normal;

- Ausência ou excesso de exercício por alguma anormalidade sucedida;

- Alterações da data de realização da prova.

Como ou de que forma e com quê podemos minimizar os efeitos dos fatores variáveis?

Esta pergunta é muito abrangente, sendo variável que interage com uma série de elementos, obriga a equacionar muitas hipóteses, e a expandir em demasia este artigo.

A leitura de outros artigos como “a prova começa na véspera”, o “sistema digestivo das aves”, “a próxima prova começa na chegada da anterior”,   ajuda a responder e a entender como resolver quando das necessidades de ajustamento dos esquemas de tratamento.

A “filosofia” da elaboração dos esquemas de tratamento baseiam-se na resposta aos seguintes pressupostos:

- De onde vem;

- Como veio;

- Como está;

- Como deve ficar;

- Quando vai;

- Para onde vai;

- Como tem de ir.

Na prática são as respostas que têm a ver com a constituição e parâmetros fisiológicos afetados com a preparação e realização dos treinos e das provas,

passando pelas seguintes etapas:

- Desgaste;

- Estabilização;

- Normalização;

- Recuperação;

- Desenvolvimento / treino;

- Fortificação;

- Acumulação.

#esquema de tratamento  #sistema de tratamento  # esquema de tratamento de campanha

Chegamos ao final deste artigo, paramos e refletimos; deixamos alertas e alguns cuidados.

Muitas perguntas ficaram no ar, e muitas outras se nos colocam.

Só nos ficam duas certezas; é a vontade de ajudar e a de que muito mais é preciso fazer.


Trabalho elaborado por

Carlos Teixeira



Pombos perdidos

PARA SABER O PORQUE E OS CUIDADOS A TER CLICK NO LINK

http://www.pigeons.pt/pombos-perdidos-achados-recuperados/

Pombos perdidos, achados, atrasados e reuperados

Pombos perdidos regra geral são borrachos / yearlings, e porquê?

Em relação aos pombos perdidos todos os anos, é sempre a mesma coisa, a “sementeira” do costume.

No inicio dos treinos e campanha desportiva verificam-se perdas  muito avultadas.

Para não dizer mesmo muito avultadas.

Pombos perdidos regra geral são borrachos / yearlings, e porquê?

Ainda estão a aprender a andar e,

Já têm de fazer corrida e orientação.

gatinhar

Uma máquina com muito menos capacidade e potência, não tem o mesmo rendimento nem faz o mesmo trabalho que uma com capacidades superiores; caso contrário não existia a necessidade de evolução da máquina.

Então porque têm os borrachos muito menores capacidades ?

Variando um bocado com as raças (precocidade), mas de um modo geral os pombos jovens até mais de um ano de idade encontra-se em desenvolvimento físico.

O desenvolvimento físico implica maior tamanho, mais massa muscular, órgãos maiores e mais tecidos de reserva e para reserva de substâncias.

Maior tamanho, implica maior e mais espaço para albergar os órgãos, permitindo uma amplitude superior dos órgãos.

Essa amplitude é muito importante principalmente a nível dos sacos aéreos e pulmões (nas aves apresentam pouca elasticidade) para satisfação das necessidades de oxigenação do organismo.

Massa muscular – sendo os músculos responsáveis pelo trabalho, armazenamento e queimas das reservas para a produção de energia, facilmente se compreende a necessidade do seu desenvolvimento e treino.

Orgãos maiores

Orgãos maiores os diferentes orgãos do organismo executam inúmeras funções, desde a digestão, oxigenação, filtragem, desintoxicação e bombagem.

Para o mesmo trabalho, para a mesma distância, para a mesma velocidade, para o mesmo endurance, para a mesma regularidade; órgãos “atrofiados” respondem de forma inferior.

Tecido de / e para reserva – as reservas de substâncias encontram-se a nível de determinados órgãos e tecidos.

As substâncias de reserva mais significativas são as gorduras e o glicogénio.

A produção e acumulação de gorduras no e para o tecido adiposo dá-se quando o organismo tem as suas necessidades energéticas satisfeitas.

Dois factos curiosos das gorduras:

Gordura produz gordura (o tecido adiposo também produz gordura);

– Constantemente a ser produzida, acumulada e renovada.

As gorduras estão em constante circulação e renovação, ou seja, queimam-se determinadas gorduras e formam-se outras para o seu lugar.

Este facto implica, uma vez “gordo”, sempre gorduras em circulação, sempre a serem formadas e desdobradas.

O fígado não descansa com as gorduras.

HepatoxTotal+ e VitaAminoPlus são uma boa ajuda.

O tecido adiposo, gordura armazenada como fonte energética alternativa à glicose e glicogénio.

Também são armazenadas gorduras a nível dos músculos, como fonte de reserva muito próxima para satisfação das necessidades energéticas.

As gorduras dos músculos são as primeiras a serem gastas, isto também implica que uma vez “gordo”, sempre gordo.

As gorduras depositadas e acumuladas não são gastas com facilidade, até porque gordura produz gordura.

O tecido adiposo é fundamental, principalmente nos períodos frios, servindo como já vimos de fonte de reserva energética e como camada protetora para os pombos perdidos face às baixas temperaturas (frio).

Desculpe interromper; vai uma “cevadinha”?

Nota: Ter sempre o mesmo “fato” e andar a 70 ou 80 km/ hora a baixas temperaturas, custa a resistir.

Quer saber mais um facto curioso sobre as gorduras?

Mesmo que não queira, eu vou “dizer”.

Que o vai deixar a pensar.

Com a idade, regra geral os seres vivos perdem músculo e ganham gordura.

Agora pergunto-lhe, será que este facto tem importância para:

– Os pombos perdidos no início dos treinos e provas serem borrachos?

– A idade dos pombos que devem voar o fundo e grande fundo?

– Os pombos que ganham os “Barcelona” internacionais?

E as vias respiratórias superiores, qual a sua influência?

As vias respiratórias superiores são responsáveis pelo aquecimento, filtragem e humedecimento do ar inspirado.

Nos jovens (nos humanos acontece o mesmo), as vias respiratórias superiores encontram-se pouco desenvolvidas, assim como o reflexo de expulsão dos mucos.

O tempo frio e humidades relativas do ar elevadas originam mais irritação, inflamação e produção de mucos, logo mais obstrução e contaminação.

Estes factos devem merecer da parte dos #columbófilos uma particular atenção

              pombos perdidos, abertura da fenda palatina inflamada             pombos perdidos, abertura da fenda palatina

Em columbofilia muitos fatores estão interligados, os resultados e as ocorrências são a resultante do conjunto global.

Com o acima exposto, não estou a defender os pombos grandes, mas sim a preparação, o desenvolvimento, a aquisição de capacidades e experiência; abordamos alguns destes fatores:

Ainda estão a aprender a andar e,

Já têm de fazer corrida e orientação.

Capturar

Preparação física e cognitiva

Fisicamente – Voar 1 hora à volta do pombal, sem precisarem de se orientar, ao ritmo que lhes apetece, é muito diferente, de serem soltos a uma distância de 50 ou 60 km.

Pior mesmo quando a orientação se complica, ou aves de rapina atacam, ou são arrastados por outros bandos.

Os “treinos em linha” nos quais queremos capacitar as faculdades de orientação, primeiro de tudo devem servir para ir aumentando o endurance e a resistência dos pombos.

Primeiro de tudo deve desenvolver as capacidades físicas que lhe permitem resistir às adversidades.

“Eu até sei o caminho, mas não tenho “pernas” para lá chegar.”

Muitas vezes até chegam, com muito esforço e desgaste, o qual origina grande debilidade dos órgãos e desgaste dos músculos, surgindo micro roturas musculares muito agravadas, que também podem ser só consequência do tempo frio ( não sabem fazer o aquecimento antes do voo).

Experiência

A inexperiência é um dos grandes fatores de stress.

Verifica-se muito nos pombos jovens, principalmente quando são encestados, logo se amontoam num canto das jaulas.

Em relação a esta situação sempre podemos colocar poucos pombos em cada jaula e intermediar com pombos mais experientes, de preferência fêmeas; sempre menos agressivas nas jaulas.

 treino e orientação dos pombos


treino e orientação dos pombos

Capacidades de orientação e espirito individualista (líder)

Devem ser desenvolvidas as capacidades de orientação através de treinos aos diferentes pontos cardeais, com diferentes condições atmosféricas.

Os treinos devem ser sempre graduais para “sedimentação” do processo de aprendizagem e reconhecimento de zonas.

As aves tem o sentido gregário, daí a expressão “parecem um bando…”.

Os pombos devem ser treinados individualmente, para ter a capacidade de não se deixarem “arrastar” e virem sozinhos para casa. Só assim ganham aos outros pombos.

Capturar

 Tenha menos pombos perdidos,  considere os seguintes factores:

-Cuidados no dia do enjaulamento,

saiba mais, siga o link    http://www.carlosteixeira.loftgest.com/

-Capacidades limitadas, ou pouco desenvolvidas no início de época de treinos principalmente dos pombos jovens;

– Uma boa alimentação / nutrição, satisfazendo as necessidades para manutenção, crescimento, treino e criar algumas reservas;

– Não esquecer que o frio “come muito”;

 Condições atmosféricas adversas, evitar treinos e provas nas horas e dias com temperaturas muito baixas;

– Evitar dias e zonas de neve; os pombos orientam-se pior;

 Treinos de diferentes níveis/tipos (cesto, tempo de enjaulamento, de solta, de orientação individual e resistênciagradual).

Um treino interessante é soltar os pombos a curta distância quando os pombos de outros columbófilos se encontram a voar à volta do seu pombal.

Os pombos juntam-se todos, andarão muito tempo juntos (resistência) e a seguir tomam a iniciativa de deixarem o bando e irem para “casa“.

É um bom treino com baixo risco.

 Recuperação – depois de treinos difíceis ou mal sucedidos aumentar o tempo de recuperação.

– Cuidado com as amplitudes térmicas (pombal / jaula / transporte / solta / chegada);

-Atenção particular às vias respiratórias superiores e à sua desobstrução / desinfeção;

– Locais de treinos e condições mais difíceis, ou maior risco, colocar pombos mais experientes conjuntamente;

-Pombos pouco experientes e mal preparados não devem ser treinados nos dias de grande “cruzamento” e “arrastamento” de pombos;

– Evitar zonas de grandes concentrações de pombais / pombos.

Ideal seria treinar os borrachos / yearlings  no inicio da Primavera, seriam menos os pombos perdidos, porque:

-As condições atmosféricas são favoráveis ;

– Os borrachos / yearlings já se encontram mais desenvolvidos e mais treinados;

– A deriva de pombos, cruzamento de pombos e a quantidade de pombos é menor;

– Existe mais fauna “disponível” para alimentar as aves de rapina;

– Os dias são maiores, permitindo o treino bidiário.

– O melhor de tudo seria fazer como fazem quase todos os países europeus, e muitos da América;

campeonato de pombos no ano do seu nascimento.

Quais as vantagens:

Competição de pombos no ano de nascimento, para quando em Portugal?

Num próximo artigo abordaremos os prós e contras deste tipo de competição.

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#Borrachos / # pichones / #yearlings / #pigeons / #campanha desportiva

#Pombos perdidos  #pombos achados 

 Trabalho da autoria de:

Carlos Teixeira

 

 

Desinfecção das narinas

 

Desinfecção das narinas, fossas nasais e seios frontais, porquê e quando?   

              

 O pombo fica sujeito a muitas condições adversas que afectam e infectam as vias respiratórias superiores, resultando na necessidade de desinfecção das narinas.Desobstruir, desinfectar, oxygenar, para ganhar. 

                       

 Situações adversas que justificam a desinfecção das narinas:

   

Desinfecção das narinas

 

Transporte de pombos - desde que os pombos são enjaulados para as provas até que regressam aos seus pombais, ficam expostos a um conjunto de condições e substâncias que potencializam a contaminação e infecção das vias respiratórias superiores, obrigando à desinfecção das narinas

 - Confinamento em atmosferas saturadas e contaminadas, provocadas por uma ventilação deficiente e grande concentração de pombos;- Locais e materiais com higiene e desinfecção deficientes;

- Grandes amplitudes térmicas e repentinas;

Contaminação no abeberamento (veja o vídeo “como bebe o pombo”)

- O ritmo respiratório acelerado, o grande volume de ar inspirado, em atmosferas cada vez mais poluídas, proporcionam maiores contaminações;

- Voo prolongado em atmosferas muito secas ou muito frias, irritam as mucosas nasais;

- O stress e o esforço físico da prova, baixam a resistência e a imunidade; os pombos ficam mais sensíveis a contaminações e infecções.

As vias respiratórias superiores são revestidas internamente por uma mucosa ciliada responsável pela filtragem, aquecimento e humedecimento do ar.

Em condições ambiental adversas, na presença de microorganismos, substâncias ou “corpos” estranhos, a mucosa reage produzindo muco.

muco são substâncias visco-elásticas de origem glicoproteica, servindo de substrato ao desenvolvimento de bactérias e tricomonas, as quais irritam os tecidos, provocando o seu engrossamento, diminuindo a secção das vias de ventilação  (inspiração e expiração), condicionando o fornecimento de oxigénio e a expulsão do dióxido de carbono do organismo.

Uma ventilação (inspiração e expiração) deficiente não permite a oxigenação e expulsão de gases normal, ocorre a intoxicação do organismo por acumulação de metabolitos incompletamente degradados.

rendimento energético das substâncias nutritivas utilizadas em situações de carência de oxigénio (anaerobiose) é muito menor. Menos energia e mais cansaço.

Pelo exposto, estás mais que justificada a necessidade de  desobstrução e desinfecção das narinas e das fossas nasais com o OxygenPlus )

 

Quando aplicar o OxygenPlus?

 

Recomenda-se a aplicação do OxygenPlus, na véspera de encestamento, chegada da prova, tratamentos às vias respiratórias, introdução de novos pombos no pombal, desmame dos borrachos, acasalamento e 2 a 3 dias antes do nascimento dos borrachos.

Contaminação, propagação, produção de muco e infecções respiratórias, causas e factores.

- Quando um pombo bebe introduz o bico e as narinas dentro da água.O movimento da agua é feito através de “bombagem / sucção” (veja o vídeo: como bebe o pombo); em determinados momentos permite o refluxo, ou seja, água que estava dentro do bico volta ao bebedouro, ficando contaminada micro-biologicamente e com resíduos que servem de substrato ao desenvolvimento microbiano.

Forma-se uma “cultura microbiana” para contaminação e propagação de doenças.

A “cultura microbiana” é tanto maior, quanto mais pombos beberem do mesmo bebedouro, mais altas forem as temperaturas, menor for a troca da égua do bebedouro e a higienização dos mesmos.

A “cultura microbiana” pode ser potencializada através de aditivos, como “açucares” ou aminoácidos.

A utilização de 4 mililitros de HexaPlus por litro de água, evita o desenvolvimento e a propagação microbiana.

É fundamental, desobstruir,desinfectar, oxygenar, para ganhar.

OxygenPlus é essencial.

Interessa-lhe temas relacionados com este?

Então ........

Trabalho elaborado por

Carlos Teixeira

  

 

“Um ser vivo não é o que ingere, mas sim o que digere e absorve.”

Como assim?

Continue a ler…

O tubo / aparelho digestivo é um canal com órgãos acoplados, ligado ao meio exterior através de uma entrada e uma saída; permitido a introdução no organismo de substâncias; umas essenciais e outras nocivas (contaminação e intoxicação).

A digestão visa a redução das partículas para aumentar a superfície de exposição à embebição (absorção de líquidos) e ao ataque enzimático (esta requer condições ideias de pH), até que são absorvidas pelo intestino e passam para o sangue.

Sistema digestivo, alguns órgãos

O BICO

As formas do bico das aves são muito variadas, regra geral adaptado à sobrevivência da ave.

A análise do bico das aves e as das unhas, dão-nos indicações de problemas de saúde que a ave teve, assim como de carências alimentares, principalmente a nível de minerais.

Quantas vezes a tentar abrir o bico, principalmente a pombos jovens, a parte superior começa a deformar-se, quase dobra para trás.

As aves possuem muito poucas glândulas salivares, e as enzimas aqui produzidas são muito escassas, tendo mais a função de lubrificação para facilitar a deglutição.

 PAPO

O papo funciona como orgão de armazenamento onde os alimentos são embebidos e amolecidos, ocorrendo hidrolise (desdobramento de alguns açucares complexos) e ativação das enzimas das sementes, processo semelhante à germinação das sementes. No papo pode ocorrer fermentação e ataque microbiano resultante da “contaminação” (saprófita ou patogénica) microbiana dos alimentos ingeridos.

O tempo de permanência dos alimentos / sementes no papo, assim como nos restantes órgãos do tubo digestivo está dependente da capacidade de “embebição” e dureza das sementes, ocupação do tubo digestivo a jusante e da quantidade e tipo de fibra dos alimentos ingeridos, entre outros fatores.

Algumas sementes “absorvem” quase 50% de água em relação ao seu peso, a temperaturas médias de 20ºc, sendo o tempo ótimo para embebição (demolhar) as 12 horas; a partir das 18 horas não se verifica aumento de peso das sementes “demolhadas”.

As sementes colocadas a “demolhar” em recipientes hermeticamente fechados e com atmosfera reduzida, atrasam a embebição e a germinação.

A embebição das sementes ou pré-germinação deve ser microbiologicamente controlada, através da lavagem das sementes e utilização de um produto microbicida que atue sobre fungos e bactérias, HexaPlus.

Muito bem, e na prática, como posso tirar proveito destes conhecimentos?

São várias as situações, as quais não vou descrever neste artigo, ficarão para outro, que se poderá intitular “vantagens e situações de utilização de sementes pré-germinadas”.

Em algumas aves, o papo produz uma substância vulgarmente chamado por “leite do papo”, que serve de alimento às jovens aves nos primeiros dias de vida.

Proventrículo, ou estomago glandular, produz enzimas digestivas proteolíticas que atuam em meio bastante ácido, desdobrando as proteínas complexas em cadeias de aminoácidos.

O meio ácido do proventrículo funciona como uma barreira seletiva à passagem de determinadas bactérias, eliminando-as.

Se o tubo digestivo a jusante, no caso a moela se encontra vazia, o tempo de permanência dos alimentos no proventrículo é reduzido e as bactérias indesejáveis não são sujeitas à ação destruidora da acidez deste órgão.

Ventrículo, moela, ou estomago muscular, com a ajuda de elementos grosseiros, que não devem ser assim tão grosseiros, faz a maceração das sementes, diminuindo o seu tamanho, facilitando o trânsito, a ação enzimática e a absorção intestinal.

A moela funciona como um moinho, mói as sementes com a ajuda de elementos grosseiros de base mineral (grit, cascas de ostra, sílex e outras areias), o que vulgarmente chamam de “dentes das aves”.

Por favor, não lhe “tirem os dentes”, nem lhe coloquem uma “dentadura” demasiadamente grande.

As partículas utilizadas para ajudar a maceração das sementes na moela devem ser de pequena dimensão e dentro do possível não terem arestas finas e pontiagudas capazes de penetrarem no músculo da moela.

Os animais tentam satisfazer as suas carências, apresentando por vezes comportamentos muito estranhos, como a cecotrofia, a coprofagia, etc.

Alimentação mineral, tantos tabus, desinformação e erros.

Primeiro de tudo, a maioria dos criadores, desprezam a alimentação mineral, esquecendo-se que as sementes são desequilibradas e pobres em minerais, e que na natureza as aves têm acesso a muitos insetos, caracóis e a locais de deposição de substâncias oriundas de “lixiviação”.

Perdoem a recordação de infância, quando era miúdo e via a destruir alguma casa com parede de estuque e o seu revestimento era caliça, logo aproveitava para dar aos pombos, os quais devoravam avidamente. Era uma mistura de barro (argila), areia e cal.

O “grit é composto por “tijolo” (argila), sílex, algumas conchas e casca de ostra, que na prática não é casca de ostra, mas sim de mexilhão. Estes elementos não têm a riqueza suficiente para satisfazer as necessidades de minerais das aves.

A maioria dos chamados “pós minerais” disponíveis no mercado são muito desequilibrados e pobres em minerais, contêm um bocado de cálcio e muito sal.

O “bloco salgado” é basicamente uma mistura de argila com sal, que as aves comem e comem, mas nunca ficam satisfeitas, aumentando o consumo de água e provocam fezes moles.

Nos últimos tempos têm surgido no mercado  misturas de “grit” e “pós minerais” algo mais concentrados e menos desequilibrados.

 A utilização de um bom complexo mineral tipo HaemoPlus permite a correção mineral e satisfação das necessidades minerais.

Quando faço tratamentos, véspera e dias de enjaulamento e chegada das provas, devo retirar o “grit”, o “pó mineral”, o “tijolo” aos pombos?

E o resto do “sistema digestivo e “entero-hepatico”?

E a “flora intestinal”? Onde e como atua?

 

Serão temas desenvolvidos na segunda parte deste artigo.

 


   Como se processa a digestão?

                     Truques para a melhorar.

Como se processa a digestão?

O que acontece desde a ingestão até à expulsão das fezes.

Truques para melhorar a digestão?

Alterações alimentares, como proceder?

Cuidados com a administração de elementos grosseiros (Grit).

Estes são alguns dos temas que vamos abordar no artigo a publicar na próxima semana.

Esteja atento


Parasitismo, informação completa sobre agentes vectores, hospedeiros, recomendações, cuidados, meios de combate e tratamento

  http://www.pigeons.pt/produto/vetvermplus_vermes_desparasitante_aves/

Informação sobre parasitismo:

Parasita  – ser que vive à custa de outro, obtendo benefícios, prejudicando o outro (hospedeiro);

 Hospedeiro - ser vivo que alberga o parasita, que é parasitado; fornece condições de sobrevivência ao parasita;

Hospedeiro definitivo - alberga as formas adultas (com capacidade reprodutiva) dos parasitas.

Hospedeiro intermediário - alberga temporariamente as formas larvares, ou imaturas dos parasitas.

Efeito do parasitismo sobre o hospedeiro:

- Ação espoliadora;

- Ação toxica – produção de toxinas;

- Ação traumática e infecciosa;

- Ação mecânica – ação destrutiva;

- Ação irritativa e inflamatória;

- Ação perturbadora do metabolismo.

Ciclo biológico  – Serie de modificações ocorridas na espécie desde a formação do ovo até se converter em individuo sexualmente adulto.

Ciclo biológico direto  – ciclo que só um hospedeiro é parasitado. A fase de vida livre exterior e de “maturação” ocorre na água, no solo ou outro meio orgânico, até alcançar o estado infestante.

Ciclo biológico indireto  – quando existem vários hospedeiros, o hospedeiro definitivo, que alberga o parasita no estado adulto e /ou os hospedeiros intermediários, que albergam o parasita nos estados “imaturos”, é o caso do ciclo biológico  das ténias.

Nota: mesmo nos ciclos biológicos indiretos pode ocorrer transmissão direta, através da expulsão e transmissão de parasitas adultos ou de formas infetantes. Uma ave com vermes da traqueia ou vermes capilares pode contaminar a água enquanto bebe.

 Agente vetor  – ser que ajuda ao transporte mecânico e/ ou inoculação do parasita, não ocorrendo desenvolvimento do parasita no agente vector.

Agentes vetores e hospedeiros intermediários mais comuns:

- Homem;

- Caracóis aquáticos e terrestres;

- Formigas;

- Gafanhotos;

- Minhocas;

- Mosquitos, moscas;

- Bichos-de-conta, escaravelhos, etc.

Conhecer os ciclos biológicos, os hospedeiros intermediários, os agentes vetores, os pontos e formas de disseminação e contaminação, os meios de luta internos e externos, é muito importante na profilaxia, no combate e no controle da transmissão das parasitoses.

Fatores que favorecem o parasitismo:

- Contato e coabitação temporária com outras aves;

- Densidade animal elevada;

- Aves de diferentes idades;

- Aves jovens;

- Higiene deficiente e compassada;

- Ausência de pedilúvios;

- Livre acesso a “estranhos”;

- Tratamentos inadequados (produto, espetro, dose, repetições, épocas, etc.);

- Alimentação deficiente e carências vitamínicas e minerais;

- Stress e baixa imunidade;

- Pontos de contágio e ausência da sua desinfeção (telhados, caleiros, solo envolvente às instalações);

- Ausência de barreiras químicas e físicas para agentes vectores;

- Maneio deficiente, alimentos e utensílios contaminados.

Recomendações e cuidados:

- Eliminar e controlar os acessos aos pontos de contaminação;

- Combater os agentes vetores física e quimicamente;

- Utilizar pedilúvios e medidas sanitárias de proteção;

- Desinfeção regular das instalações e equipamentos;

- Desinfeção dos pontos de contaminação (cal viva, cianamida cálcica e sulfato de ferro, para a desinfeção do solo);

- Limpeza rigorosa das instalações e equipamentos após a administração de desparasitante;

- Eliminar de forma eficaz os detritos e fezes, evitando novos focos de contaminação;

- Vestuário adequado e próprio para cada seção.

- Proceder a quarentena aos novos habitantes ou aves com ausência prolongada;

- Aves suspeitas e de quarentena, isoladas e tratadas no final.

- Higiene eficiente e regular (cada 4 a 5 dias);

- Aplicação de pedilúvios;

- Controlo  de acesso a “estranhos”;

- Tratamentos adequados (produto, espetro, dose, repetições, épocas, etc.);

- Alimentação balanceada e suplementada em vitamínicas e minerais;

- Evitar stress e promover a  imunidade;

- Controlar os pontos contagio e proceder á sua desinfeção  (telhados, caleiros, solo envolvente às instalações);

- Estabelecer barreiras  químicas e físicas para agentes vectores;

- Normas de maneio eficientes evitando a contaminação dos alimentos e utensílios contaminados.

 

O VetvermPlus é eficaz sobre parasitoses gastros intestinais e pulmonares que afetam os pombos, canáriosaves exóticas e psitacídeos; provocadas por nematodes e cestodes, como: ténias  (Taenia spp), tetrameres (Tetrameres spp), vermes da traqueia  (Syngamus trachea), vermes capilares e pulmonares  (Capillaria spp), estrongideos (Trichostrongylus spp), ascaris (Ascaridia Columbae), heteraquis (Heterakis spp), Oxyspirura spp.

 VetvermPlus - desparasitante interno de largo espectro com ação parasiticida sobre adultos e larvas; indicado no tratamento das parasitoses que afetam os pombos, canários, periquitos e restantes aves exóticas e ornamentais.

VetvermPlus -apresenta grande espetro de ação, rápida e excelente difusão tecidular (brônquios e pulmões) e eficácia sobre formas adultas e larvares dos parasitas.

Composição:

-Levamizol 50mg/g;

-Praziquantel 30 mg/g;

- Vitamina C 15mg/g.

Duas substâncias ativas, maior espetro de ação e efeito parasiticida potencializado.

Vitamina C – estimula o sistema imunitário do hospedeiro e a resistência e combate ao parasitismo.

Pó para solução oral.

Precauções de utilização:

- Aplicar só a partir de 4 semanas de idade;

- Repetir a aplicação ao fim de 21 dias;

- Retirar toda a água umas horas antes de administrar o VetvermPlus;

- Não ultrapassar a dose recomendada.

Posologia e via de administração

Administra-se por via oral, na água de bebida.

Como alternativa, pode ser administrado no alimento.

Posologia: 8g por litro de água de bebida, (equivalente a ±3¼ colheres-medida)

[Colher-medida = ± 2,5 g (colher rasa)].

Nota: Os parasitas consomem muitas vitaminas e minerais; é fundamental a suplementação vitamínica-mineral em casos de parasitismo e após as desparasitações; recomendamos o HaemoPlus.

  http://www.pigeons.pt/produto/vetvermplus_vermes_desparasitante_aves/

 


         ??? Questões columbófilas ??? 

                               Amigos Columbófilos

 Na nossa página  www.carlosteixeira.loftgest.com temos uma secção intitulada “Questões Columbófilas” que vamos ativar de forma a dar resposta às muitas questões de interesse dos columbófilos em geral e que nos são colocadas muitas vezes particularmente.Dentro da nossa experiência, conhecimentos e competências, abordaremos questões columbófilas ligadas com o maneio, nutrição, fisiologia, treino, condução da colónia, etc.

Os temas serão selecionados pelo interesse geral e não pelas necessidades de "consulta“particular.

Podem colocar 1 pergunta concreta e concisa, através do e-mail info@pigeons.pt

Também podem subscrever a nossa Newsletter em

 www.pigeons.pt

para receber informações de interesse columbófilo.

Aguardamos pela sua questão.

Cumprimentos

 


 

Flora intestinal versus probioticos.

 

Flora intestinal, o que é?

Importância da flora intestinal e fatores de variação.

Probioticos, o que são?

Como atuam os probioticos?

 

Flora intestinal, conjunto de microrganismos, uns saprófitas (benéficos), outros patogénicos (prejudiciais), em constante competição pelo meio e substrato na tentativa de se sobrepor à outra (flora) de forma a garantir a sua colonização.

Regra geral todos os serves vivos quando nascem têm o sistema imunitário, digestivo/enzimático e defesas orgânicas muito diminutas.

Para as jovens crias, os primeiros dias de vida são cruciais, deixaram de estar “sob proteção” dos seus invólucros fetais” e ficam expostos às adversidades do meio, com dois pontos de infeção cruciais bico/boca e umbigo.

Visando proteger os jovens, é-lhe fornecida uma alimentação especial, mais nutritiva e digestível, mas por outro lado mais propícia à contaminação e desenvolvimento bacteriano, muitas vezes patogénico.

Os animais jovens nascem sem flora intestinal, esta forma-se a partir da “contaminação” exterior, quer da alimentação, quer do meio envolvente.

O tubo digestivo é um canal com órgãos acoplados, ligado ao meio exterior através de uma entrada e uma saída; permitido a introdução no organismo de substâncias; umas essenciais e outras nocivas (contaminação e intoxicação).

A digestão visa a redução das partículas para aumentar a superfície de exposição ao ataque enzimático (esta requer condições ideias de pH), até que são absorvidas pelo intestino e passam para o sangue.

Os intestinos são “forrados” interiormente por vilosidades, responsáveis pela integridade da parede intestinal, produção de algumas substâncias e absorção de outras para o sangue.

A parede intestinal é a principal barreira entre o meio interior e exterior, formando uma passagem altamente seletiva, permitindo muitas vezes a passagem de “elementos” químicos e biológicos nocivos para o organismo, chegando ao fígado através do sangue portal (veia porta), obrigando-o a executar as suas funções como ultimo guardião da integridade do organismo, o sistema de macrófagia (células de Kupffer), o qual permitir eliminar as bactérias patogénicas oriundas do intestino que chegam ao fígado, onde são destruídas; caso não aconteça por deficiência hepática, contamina órgãos tão importantes como o coração e pulmões.

As vilosidades intestinais são muito concorridas e atrativas para a fixação da flora intestinal, benéfica e patogénica.

Quando a flora patogénica se sobrepõe à saprófita, criam-se condições favoráveis a infeções e doenças.

Diversos fatores devem ser acautelados de forma a proteger os jovens animais, desde a higiene, o estado sanitário dos pais, a alimentação administrada e a colonização intestinal saprófita através de um probioticos adequado ao tipo de alimentação e que seja assegurado o substrato ideal ao desenvolvimento e colonização da flora intestinal benéfica.

A utilização regular e preventiva do probioticos, tem o seu efeito potencializado, mantem a flora intestinal saprófita e impede o desenvolvimento e “instalação” da flora patogénica.

Um bom probiotico, não é só o tipo de microrganismo e a concentração que contém, é fundamental que tenha ou que lhe seja garantido o substrato ideal ao seu desenvolvimento.

Recomendamos o ProbioticTotalB, é um probiótico com substrato enriquecido em vitaminas, minerais e aminoácidos essenciais, otimizando o desenvolvimento, reprodução e colonização da flora intestinal benéfica. Melhorador da digestão e absorção das substâncias alimentares a nível intestinal, proporcionando jovens mais fortes e saudáveis.

O ProbioticTotalB pode ser administrado juntamente com papas, germinados, cuscos, etc.

Pela sua riqueza em aminoácidos também é utilizado para corrigir e/ou melhorar o nível de proteína/aminoácidos da alimentação.

Recomendações especificam administração:

- Na alimentação de reprodutores que alimentam os filhos com papa, melhora a digestibilidade, a qualidade proteica da alimentação e fornece probioticos ideal para a colonização intestinal dos jovens, impedindo que a flora patogénica se instale;

-Prevenção de distúrbios intestinais de diversas origens (digestivos, parasitários e bacterianos);

- Utilização de quimioterapeuticos e antibióticos;

- Aditivos concentrados, que alterem o pH intestinal;

- Desmames;

- Dietas concentradas, em proteína ou açúcares fermentescíveis;

Outro fator importante é a proteção e desintoxicação hepática e condicionamento intestinal, assegurando o bom funcionamento do fígado, utilizando o HepatoxTotal+.

Qualquer esclarecimento adicional, contate:

fito-zoo@sapo.pt

www.pigeons.pt

 

VitaPlus

Vitaminas para pombos, canários, periquitos, caturras, agapornis e aves exóticas.Informação sobre funções das vitaminas,

necessidades vitamínicas, carências, excessos, precauções de

utilização, quando utilizar, função da vitamina A, D3, E, C e K.

Veja também VitaPombo e VitaAminoPlus.

Complexo vitamínico para aves.

Melhorador das defesas e da resposta imunitária.

Coadjuvante de tratamento ou de profilaxia nos pombos,

 psitacídeos e outras aves canoras e ornamentais.

Composição

-Vitamina A;              

-Vitamina D3;                                                                               

-Vitamina E;

-Vitamina C;

-Vitamina K3.

As vitaminas são compostos orgânicos essenciais para a produção, desenvolvimento e manutenção da saúde animal.

As vitaminas do VitaPlus pertencem ao grupo das vitaminas lipossolúveis (exceto a vitamina C), as quais estão mais relacionadas com as defesas do organismo, sistema hormonal e reprodutivo.

Fatores que influenciam as necessidades vitamínicas :

- Animal;

- Alimentação básica;

- Meio ambiente;

- Idade e estado fisiológico, atividade física e reprodutiva;

- Estado sanitário;

- Composição da ração;

- Conteúdos em fatores tóxicos;

- Uso de certos aditivos inibe a flora intestinal e a produção de determinadas vitaminas.

- Fatores de stress aumentam as necessidades vitamínicas.

Características / funções das substâncias do VitaPlus

Vitamina A

Relacionada com a proteção do organismo, através da integridade dos epitélios.

Indispensável na formação óssea, visão e reprodução.

A carência de vitamina A acarreta problemas reprodutivos (principalmente nas fêmeas), malformações ósseas e menor resistência a enfermidades.

São maiores as necessidades de vitamina A nos períodos frios e de pouca insolação (contato direto com o sol). Nos períodos mais quentes deve-se diminuir a administração de vitamina A.

Vitamina D3

Interfere no metabolismo do Cálcio e do Fosforo, na formação dos ossos e da casca do ovo; também é importante para o tónus muscular.

A deficiência de Vitamina D3 acarreta problemas de raquitismo, deformações e fraturas ósseas, assim como ovos “sem casca”.

A Vitamina D3, o Cálcio e o Fosforo têm o seu metabolismo interligado, a carência de um elemento afeta as funções dos outros.

Vitamina E

Antioxidante por excelência, protegendo a estrutura e a permeabilidade das membranas celulares.

Intervém no metabolismo dos aminoácidos sulfurados, na defesa imunitária e integridade músculo esquelética.

A sua carência está associada a distrofias musculares e a problemas de fertilidade.

Vitamina C

Relacionada com a formação do colagénio, metabolismo do ácido fólico e certos aminoácidos.

Atua como transportador de iões de ferro para a formação da hemoglobina.

A sua necessidade aumenta nas fases de metabolismo intenso, picos de calor e em períodos de stress.

Vitamina K3

A vitamina K é fundamental para a produção da protrombina e outros fatores relacionados com a coagulação do sangue. A deficiência de vitamina K provoca uma maior incidência de hemorragias.

Utiliza-se o VitaPlus para:

- Evitar problemas hemorrágicos;

- Aumentar a resposta imunitária, produção de globulinas e de glóbulos vermelhos;

- Melhorar a atividade e desempenho reprodutivo;

- Assegurar o crescimento e a ossificação;

- Corrigir transtornos de calcificação dos ovos;

- Diminuir o aparecimento de enfermidades;

- Promover a resistência epitelial.

 Quando utilizar O VitaPlus?

- Antes de acasalamento para provocar libido e cio;

- Na reprodução, para melhorar a qualidade dos ovos;

- Criação e desenvolvimento de animais jovens;

- Tratamentos com quimioterapeuticos, desparasitações e vacinações;

- Períodos de stress;

- Períodos frios e de pouca insolação.

 Dias de aplicação por semana, de preferência intercalados:

- Reprodução e criação – 2 a 3 dias;

- Jovens em crescimento – 2 dias;

- Vacinações – 1 dia antes e 2 dias depois;

- Distúrbios de ossificação, articulares e musculares – 2 dias;

-Tratamentos com quimioterapeuticos – 2 a 3 dias seguidos.

Dose de aplicação:

- 2,5 Mililitros por litro de água;

 - 5 Mililitros por kg de alimento.

A água deve ser renovada diariamente.


VitaAminoPlus

Vitaminas para pombos, canários, periquitos, caturras, agapornis e aves exóticas.Informação sobre funções das vitaminas,

necessidades vitamínicas, carências, excessos, precauções de

utilização, quando utilizar, função das vitaminas do VitaAminoPlus 

Veja também VitaPombo e VitaPlus.

Complexo vitamínico para aves

Melhorador do metabolismo e das performances físicas e desportivas.

Coadjuvante de tratamento ou de profilaxia nas aves.

Indicado para:

 Pombos, psitacídeos e outras aves canoras e ornamentais

 

 

               Composição:

- Vitamina k3;                - Vitamina B1;

- Vitamina B2;                - Vitamina B6;

- Vitamina B12;              - Nicotinamida;

- D-Pantenol;                  - Ácido Fólico;

- Colina;                           - Inositol.

As vitaminas são composto orgânicos essenciais para a produção, desenvolvimento e manutenção da saúde animal.

As vitaminas do grupo B são hidrossolúveis, facilmente eliminadas do organismo, o que requer um aporte constante necessário à sua função como catalisadores dos processos metabólicos.

Fatores que influenciam as necessidades vitamínicas:

 - Meio ambiente;

- Idade e estado fisiológico, atividade física e reprodutiva;

- Estado sanitário;

- Composição da ração;

- Conteúdos em fatores tóxicos;

- Uso de certos aditivos, (a utilização de antibióticos inibe a flora intestinal e a produção de determinadas vitaminas);

- Interações entre certas substâncias, ex: colina-metionina;

- Fatores de stress, aumentam as necessidades vitamínicas.

Características / funções das substâncias do VitaAminoPlus

Vitamina K3

A vitamina k é fundamental para a produção da protrombina e outros fatores relacionados com a coagulação do sangue. Deficiência de vitamina k provoca uma maior incidência de hemorragias.

Vitamina B1

Componente essencial de diversas enzimas relacionadas com o metabolismo energético e sistema nervoso.

Vitamina B2

A Vitamina B2 faz parte de numerosas enzimas responsáveis pelo metabolismo das gorduras, proteínas e hidratos de carbono, e com a assimilação dos nutrientes a nível celular. A sua carência afeta o sistema nervoso e a emplumação, também aumenta a morte embrionária.

Vitamina B6

Ativa no metabolismo proteico, permitindo uma utilização eficiente da proteína da alimentação. Tem importância nos processos de assimilação a nível celular.

A carência de Vitamina B6 prejudica a síntese de globulinas, verificando-se problemas relacionados com imunodepressão.

Vitamina B12

Esta vitamina participa na biossíntese da metionina, colina e formação dos glóbulos vermelhos.

Estados de carência provocam problemas de fígado e anemia.

Os produtos de origem vegetal não possuem esta vitamina, pode ser sintetizada pela flora intestinal com a participação do Cobalto.

A satisfação das necessidades nutricionais da vitamina B12 faz-se através de produtos de origem animal ou de suplementos.

Nicotinamida

A Nicotinamida é essencial à manutenção da integridade da pele, mucosas e sistema nervoso.

É importante nos processos de neoglicogénese, processo que ocorre quando o organismo consome as reservas de glucose e recorre a fontes alternativas (não-açucares) para a produção de energia, resultando na produção e acumulação de corpos cetónicos, os quais são tóxicos para o

 organismo. Esta situação ocorre nos períodos de jejum ou atividade física intensa e prolongada.

São sintomas de carência as dermatites plantares (vê-se principalmente em reprodutores com alguma idade) e emplumação deficiente.

D-Pantenol

Relacionado com o metabolismo energético, principalmente no metabolismo dos ácidos gordos, é importante na produção de hormonas e anticorpos.

Ácido Fólico

Juntamente com a Vitamina B12 intervém na biossíntese de diversos constituintes, como as hemácias. Atua na inativação das micotoxinas e na ativação da resposta imunitária.

A sua carência provoca anemia e abaixamento na oxigenação dos tecidos.

Colina

A sua suplementação é muito importante nos animais jovens que não conseguem a sua síntese em quantidades suficientes.

 A colina é um lipotrópico, favorece o metabolismo hepático dos lípidos, previne e reduz a acumulação de lípidos a nível do fígado, é indispensável à formação de lecitina e creatina e a reações de desintoxicação.

Inositol

Atividade relacionada com a insulina e metabolismo da glicose; reduz o colesterol sanguíneo e atua como fator de crescimento.

 Utiliza-se o VitaAminoPlus para:

- Melhorar o metabolismo energético;

- Evitar problemas hemorrágicos;

- Prevenir distúrbios nervosos e de emplumação;

- Aumentar a resposta imunitária, produção de globulinas e de glóbulos vermelhos;

- Situações de síndrome de fígado gordo e intoxicações hepáticas;

- Satisfação das necessidades de vitamina B12;

- Minimizar os efeitos da neoglicogénese, eliminação dos corpos cetónicos;

- Evitar a acumulação de gorduras e promover a sua mobilização.

Quando utilizar o VitaAminoPlus?

- Criação e desenvolvimento de animais jovens;

- Dietas concentradas, principalmente em gorduras;

- Fases de metabolismo intenso;

- Situações de restrição alimentar;

- Distúrbios na flora intestinal;

- Tratamentos com quimioterapeuticos e vacinações;

- Épocas de calor;

- Períodos de stress e jejum;

- Atividade física intensa;

- Muda da pena e emplumação;

- Dia seguinte à chegada de provas desgastantes;

- Estados carenciais de vitaminas do grupo B

Dias de aplicação por semana, de preferência intercalados:

- Reprodução e crescimento – 2 a 3 dias;

- Concursos – 1 dia, 2 dias nas provas mais desgastantes;

- Jovens em crescimento e a mudar a plumagem – 3 dias;

- Vacinações – 1 dia antes e 2 dias depois.

- Dietas ricas em gorduras, 2 dias.

Dose de aplicação:

- 2,5 Mililitros por litro de água;

 - 5 Mililitros por kg de alimento.

Água deve ser renovada diariamente.     


 VitaPombo

Vitaminas para pombos, canários, periquitos, caturras, agapornis e aves exóticas.

Informação sobre funções das vitaminas, necessidades vitamínicas, carências, excessos, precauções de utilização, quando utilizar, função das vitaminas e aminoácidos.

Veja também Vitaplus  e VitaAminoPlus.

Complemento de vitaminas e aminácidos

Para pombos, psitacídeos e outras aves canoras e ornamentais.

Coadjuvante de ações de tratamento ou de profilaxia.

Composição:9 vitaminas + 18 Aminoácidos = VitaPombo

 9 Vitaminas

Vitamina K3                 Vitamina B1

Vitamina B2                  Vitamina B6

Vitamina B1                  Pantotenato de Cálcio

Nicotinamida                Biotina

Colina

18 aminoácidos

Alanina                          Arginina

Cistina                            Fenilalanina

Glicina                           Histidina

Isoleucina                      Leucina

Lisina                              Metionina

Prolina                             Serina

Tirosina                          Treonina

Triptofano                       Valina

 As necessidades energéticas do organismo são satisfeitas com facilidade à custa de hidratos de carbono e gorduras,

em último caso recorrendo às proteínas.

Regra geral as sementes são pobres em aminoácidos essenciais.

Os aminoácidos são necessários à formação de muitos constituintes do organismo, nomeadamente as enzimas,

ativadores de diversos processos metabólicos.

As fases de crescimento, desenvolvimento físico e atividade física intensa têm necessidades acrescidas em aminoácidos,

para o desenvolvimento muscular e reposição dos tecidos degradados e consumidos pelo esforço físico.

Quando as necessidades proteicas e o seu metabolismo é elevado, devemos administrar aminoácidos,

evitando desta forma a utilização de rações muito proteicas, as quais tem uma digestão mais complexa

e penosa para o organismo  devido à produção de ácido úrico, o qual intoxica o organismo e afeta os rins.

A satisfação das necessidades proteicas, principalmente de aminoácidos essenciais,

os quais o organismo não consegue sintetizar, faz-se recorrendo a suplementos alimentares como o VitaPombo.

Utiliza-se o VitaPombo para:

- Reposição e desenvolvimento da massa muscular;

- Melhorar e/ou complementar o “pool” de aminoácidos da dieta;

- Crescimento dos animais;

- Postura;

- Muda da pena / plumagem (as penas contém cerca de 90% de proteína,

razão da necessidade de suplementação em aminoácidos nesta fase);

- Treino e atividade física intensa;

- Animais debilitados, infeções de varia ordem, tratamentos debilitantes;

- Melhorar a quantidade e qualidade de “papa” produzida na fase de eclosão.

- Carência em vitaminas e aminoácidos;

- Após vacinações para a produção de imunoglobulinas.

Quando utilizar o VitaPombo?

- Criação e desenvolvimento de animais jovens;

- Primeiros treinos;

- Atividade física, treinos e provas;

- Muda da pena e emplumação, as penas são formadas por diversos aminoácidos;

 - 4 Dias antes e 4 dias depois da eclosão, assegurando produção de “papa” em quantidade e qualidade;

- Entre os 12 e 21 dias de nascimento, altura de grande desenvolvimento corporal;

- Dia seguinte à chegada de provas desgastantes;

- Altura da postura, fornecendo aminoácidos indispensáveis para a formação do ovo;

- Desmames;

- Ovos de pequeno calibre (não exagerar a aplicação em fêmeas a reproduzir muito novas,

para evitar problemas de postura);

- Sempre que existam necessidades acrescidas de vitaminas do Grupo B e / ou aminoácidos.

Dias de aplicação por semana, de preferência intercalados:

- Início do exercício físico – 2 dias;

- Reprodução e crescimento – 2 a 3 dias;

- Concursos – 1 dia, 2 dias nas provas mais desgastantes;

- Jovens em crescimento e a mudar a plumagem – 3 dias;

- Vacinações – 1 dia antes e 2 dias depois.

Dose de aplicação:

2,5 Mililitros por litro de água, ou 5 mililitros por kg de alimento.

Água deve ser renovada diariamente.



ALERTA, NOVOS PARASITAS INTERNOS NAS AVES

Fruto da globalização, das “auto-estradas” intercambiais, das permutas e de grandes concentrações de aves oriundas de muitos países, surgem novos parasitas que não eram habituais em determinadas regiões, assim como um maior grau de infestação.

Em termos de instalações, e ao contrário do que muitos pensam, as grades por si só, não garantem a separação entre aves e os parasitas. As grades devem ser regularmente limpas, para eliminar as formas imaturas dos parasitas, quebrando o ciclo parasitário (cada 4 a 5 dias).

A escolha do produto antiparasitário interno é muito importante; existem antiparasitários formados por mais que uma substância ativa de forma a aumentar o espectro antiparasitário (também atua sobre ténias e tetrameres, parasitas cada vez mais frequentes), assim como alguns antiparasitários que só atuam a nível intestinal (piperazina) não atuando sobre os vermes circulantes (ex.: vermes capilares).

 Sempre que possível recomenda-se a administração dos antiparasitários internos na comida, de forma a assegurar que ingerem a dose correta, ao contrário da aplicação na agua de bebida, cujo consumo depende de vários fatores.

Os antiparasitários não atuam sobre os “ovos” dos parasitas, e a absorção do antiparasitário a nível intestinal (dos que são absorvidos) pode ser prejudicada por diversos fatores, razão porque se recomenda a repetição da desparasitação passado 21 a 23 dias de forma a assegurar a eliminação completa dos parasitas.

Quando das desparasitações deve-se proceder a limpezas profundas e desinfeções das instalações, de forma a impedir a reinfestação das aves.

Em casos de parasitismos, controlar o acesso das aves a locais exteriores passiveis de contaminação, como o solo, charcos, caleiros,etc.

As desparasitações internas baixam as performances das aves, devem efetuar-se antes dos períodos mais exigentes (concursos, criação e muda da pena).

Parasita – ser que vive à custa de outro, obtendo benefícios, prejudicando o outro.

Ciclos parasitários

O ciclo biológico é a série total de modificações experimentadas por cada individuo da especie, desde o momento que se verifica a fecundação até se converter em adulto sexualmente maduro.

 O conhecimento do ciclo biológico dos parasitas e das vias de transmissão, são muito importantes para evitar a infestação das aves.

Quanto aos ciclos biológicos os parasitas podem ser de ciclo:

- Direto quando só existe um hospedeiro, e a fase de vida livre se processa na água ou no solo até alcançar o estado infestante;

- Indireto – quando existem vários hospedeiros: o hospedeiro definitivo, que alberga o parasita no estado adulto e/ou os hospedeiros intermediários, que albergam o parasita nos estados larvares.

Nota: pode existir contaminação do hospedeiro por um parasita de ciclo indireto, sem que este tenha acesso ao hospedeiro intermediário, basta que seja expulso como larva infestante e ingerido de seguida; ou seja, uma transmissão atípica entre hospedeiros definitivos. Ocorre muitas vezes através de alimento regurgitado, ou agua contaminada por aves infectadas.

Vias de saída das formas parasitárias para o exterior

A eliminação de quistos, ovos, ou formas larvares pelos aparelhos digestivo, respiratório, urinário e reprodutor faz-se pelas aberturas naturais, veiculados com os produtos de eliminação dos respetivos aparelhos.

Os parasitas dos pulmões, as formas infestantes (ovos ou larvas) vêm para o exterior com as fezes ou secreções nasais.

Uma ave parasitada, quando alimenta a sua cria, transmite a parasitose, o que explica o aparecimento de aves parasitadas relativamente jovens.

Efeito do parasitismo sobre o hospedeiro

O parasita utiliza o hospedeiro como habitat temporário ou permanente, mas também se serve dele como fonte direta ou indireta de alimentos, utilizando os mesmos tecidos do hospedeiro ou usufruindo de substâncias que este prepara para a sua própria nutrição.

- Ação espoliadora – consiste no desvio ou subtração de produtos do hospedeiro, muitas vezes seletiva sobre determinadas substâncias, principalmente os minerais.

Ação toxica – produção de toxinas, resultantes do metabolismo.

Ação traumática e infeciosa – destruição parcial dos órgãos durante as migrações larvares.

Ação mecânica – implica uma ação destrutiva, como a perfuração de um orgão, destruição de células (Coccidioses), formação de “rolhões” no intestino.

Ação irritativa e inflamatória – provocada pelo parasita em contacto com os tecidos e epitélios.

Ação perturbadora do metabolismo – resultante do desequilíbrio orgânico provocado pela ação do parasita.

As doenças parasitárias são um fator impeditivo do crescimento, provocando emagrecimento e diminuição da resistência orgânica, tornando as aves mais recetivas a outras doenças. A evolução das doenças parasitárias apresenta sintomatologia pouco expressiva, desenvolvendo-se lentamente. As desparasitações efetuadas nas épocas certas com fármacos adequados e na dosagem correta, são essenciais no controle do parasitismo. O fármaco que aconselhamos é o VetvermPlus, atua sobre todo o tipo de vermes internos. O fármaco que aconselhamos é o vetverm plus, atua sobre todo o tipo de vermes internos.

Os VetvermPlus contem praziquantel + levamizol + vitamina c.

Vermicida interno de largo espectro.

 

 

  


 

Necessidades vitamínicas e aminoácidos, fatores de variação …?

As necessidades vitamínicas do organismo variam ao longo do ano; dependendo das fases produtivas e reprodutivas.

Umas vitaminas são mais essenciais na reprodução e criação/crescimento (vit.A,d3,E); outras estão mais ligadas ao desempenho das funções digestivas e atividade funcional, de um modo geral as vitaminas do grupo B.

Todas as vitaminas são necessárias durante todo o ano e em todas as fases, só que o grau de exigência de determinado grupo de vitaminas é maior numa fase do que outra.

Necessidades vitamínicas como variam com a temperatura?

Quando as temperaturas são mais elevadas, diminui a necessidade de vitaminas lipossolúveis (Vit. A, D3 e E); se permanecer durante uns tempos com doses elevadas

(hipervitaminoses) provoca intoxicação, principalmente hepática.

Enquanto as vitaminas hidrossolúveis (vitaminas do grupo B e vitamina C), são facilmente eliminadas do organismo, as vitaminas lipossolúveis são armazenadas no organismo, principalmente no fígado.

Com temperaturas altas as necessidades de vitamina C aumentam bastante devido aos seus efeitos antioxidantes e à participação no ciclo de krebs relacionado com o metabolismo energético.

Em termos alimentares, é fácil satisfazer as necessidades energéticas do organismo à custa de hidratos de carbono e gorduras, recorrendo em ultimo caso às proteínas,já o mesmo não podemos dizer das necessidades de proteína/aminoácidos, uma vez

que existe um conjunto de aminoácidos chamados essenciais, os quais o organismo não consegue sintetizar; têm de ser fornecidos na alimentação.

Regra geral as sementes não possuem ou são pobres nesses aminoácidos essenciais, pelo que têm de ser administrados através de suplementos.

As aves em competição têm necessidades acrescidas em aminoácidos, para o desenvolvimento muscular, assim como a reposição dos tecidos degradados e consumidos pelo esforço físico,quando os hidratos de carbono e as gorduras não são suficientes.

Necessidades vitamínicas e aminoácidos, fatores de variação …?

Os animais tentam por todos os meios satisfazer as suas necessidades/carências; apresentando por vezes comportamentos estranhos.

Na natureza mesmo as aves não insectívoras por vezes ingerem pequenos animais, como forma de aumentar o nível proteico e obter aminoácidos essenciais que rareiam nas sementes.

Quando as necessidades proteicas e o seu metabolismo são elevados, devemos administrar aminoácidos, evitando desta forma a administração de uma ração muito proteica, a qual tem uma digestão mais complexa e penosa para o organismo devido à

produção de ácido úrico que intoxica o organismo e afeta os rins. A digestão das proteínas é mais complexa, requerendo um consumo energético superior, ocasionando maior produção de calor. 

Um dos produtos resultante da digestão das proteínas nas aves é o ácido úrico, que tem de ser dissolvido em água e eliminado do organismo, originando sobrecarga no sistema excretor e maior consumo de água.

As necessidades de água aumentam para diminuir o efeito do calor produzido e para manter a homeostasia (valor normais nos tecidos e no sangue), através da dissolução e eliminação do ácido úrico.

Eis as razões porque as rações administradas no dia do enjaulamento e antes das competições devem ser pobres em leguminosas.

Nas fezes normais, quando a parte superior se apresenta branca (urato) bem definida e espessa, indica que as necessidades proteicas estão satisfeitas; deve-se baixar o nível proteico da alimentação,

sobre risco de criar sobrecarga renal, caso se prolongue leva ao aparecimento da doença chamada “gota”.

Apresentamos o VitaPombo, complexo de vitaminas do grupo B e aminoácidos

 

9 VITAMINAS

 Vitamina K3                                        Vitamina B1

 Vitamina B2                                        Vitamina B6

 Vitamina B12                                      Pantotenato de Cálcio

 Nicotinamida                                      Biotina

Colina

 18 AMINOÁCIDOS                    

Ácido aspártico                                  

 Ácido glutâmico

Alanina                                               

Arginina   

Cistina                                                

Fenilalanina

Glicina                                                 

 Histidina

Isoleucina                                            

Leucina

Lisina                                                   

 Metionina

Prolina                                                 

Serina

Tirosina                                               

Treonina

Triptofano                                          

 Valina

 Utiliza-se o VitaPombo para:

 Reposição e desenvolvimento da massa muscular;

- Melhorar e/ou complementar o “pool ” de aminoácidos da dieta;

- Crescimento dos animais;

- Muda da pena (as penas contém cerca de 90% de proteína, razão pela qual as necessidades em aminoácidos são muito elevadas nesta fase);

 - Treino e atividade física intensa;

- Animais debilitados;

- Melhorar a quantidade e qualidade de “papa” produzida na fase de eclosão e primeiros dias de vida;

- Após vacinações, para a produção de imunoglobulinas;

 

Quando utilizar o VitaPombo?

- Criação e desenvolvimento de animais jovens;

- Atividade física, treinos e provas;

- Muda da pena / emplumação, uma vez que 90% das penas é proteína que não só metionina;

- 4 Dias antes e 4 dias depois da eclosão, assegurando produção de “papa” em quantidade e qualidade;

- Entre os 12 e 21 dias de idade, altura de grande desenvolvimento corporal;

- Dia seguinte à chegada de provas desgastantes;

- Altura da postura, fornecendo aminoácidos indispensáveis para a formação do ovo;

- Ovos de pequeno calibre (não exagerar a aplicação em fêmeas a reproduzir muito novas, para evitar problemas na postura);

- Desmames;

- Desenvolvimento (aumento) da massa muscular;

- Sempre que exista necessidades acrescidas de vitaminas do grupo b e/ou aminoácidos.

 

Dias de aplicação por semana, de preferência intercalados

- Início do exercício físico – 2 dias; 

- Reprodução e crescimento – 2 a 3 dias;

- Muda da pena – 2 dias;

- Concursos – 1 dia, 2 dias nas provas mais desgastantes;

- Jovens em crescimento e a mudar a pena – 3 dias;

- Vacinações – 1 dia antes e 2 dias depois. 

 

 

  Veja o video em :  https://www.facebook.com/ct.pigeons/videos/1418781628219023/

 

 


            MÚSCULOS, TENDÕES E ARTICULAÇÕES

 Acabou o repouso físico, intensifica-se a atividade geral

Durante a muda da plumagem as aves ficam sujeitas a atividade física reduzida e a uma
alimentação generosa

para formação da nova plumagem, sobrecarregando o organismo.


A dieta alimentar deve sofrer restrição na quantidade, não na qualidade.

O stresse da fome, também consome….

As baixas temperaturas, o frio, o exercício físico, exigem alimento.

Os níveis de proteína / aminoácidos são essenciais para “ trocar” tecido adiposo por massa muscular;

a nível do fígado, queimam-se as gorduras e formam-se proteínas, sobrecarregando este orgão,

que muitas vezes já se encontra bloqueado por gorduras acumuladas.

É um período de stresse e alterações orgânicas, a saúde gastrointestinal e o sistema imunológico deve ser reforçado;

através do uso de um bom probiotico, que assegure um bom desenvolvimento

e colonização da flora intestinal saprófita (benéfica).

O exercício físico inicialmente livre deve aumentar de forma gradual.

Sempre que possível deve existir uma “aclimatização” das aves à temperatura exterior,

 evitar as primeiras horas da manhã

e as últimas da tarde, sempre mais frias, assim como ventos fortes.

Regressados ao pombal, devem ficar numa zona ampla, que permita “exercício físico de arrefecimento”;

 evitar as correntes de ar e amplitudes térmicas.

Controlar possíveis infeções de “ estafilococos a nível articular”, muito incidente nesta fase.

Em termos nutricionais, assegurar as necessidades de aminoácidos e minerais essenciais ao desenvolvimento

e resistência dos músculos e tendões, provocados pelo exercício físico.

A desobstrução das vias respiratórias superiores é fundamental para assegurar uma boa “Oxygenação” do organismo.

As principais enfermidades (tricomonas, coccidioses, vermes) que afetam o pombo devem ser controladas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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